Regras de Vida › 28/02/2014

Regra de Vida n° 18 – Parte 2

Consagrado à Virgem Maria, o congregado se torna, de fato, um consagrado a Cristo e sua Igreja!

maria_eucaristiaMuito forte a nossa vida de congregado mariano esta expressão da Regra de Vida, basta ler, reler e contemplar o significado em nossas vidas de consagrados. Então, consagrar-se a Virgem Maria, significa consagrar-se a Cristo e Igreja, a comunidade em que vivemos a nossa fé. Não há escapatória, não aderimos a um em detrimento de outro, tudo é comunhão, para melhor vivermos nosso amor e nosso serviço.

Podemos passear pela Exortação Apostólica do Papa Francisco sobre a Alegria do Evangelho n° 78, onde nos aponta o seguinte questionamento: Será que em nossa Congregação Mariana ou Paróquia, onde somos consagrados a Maria, Jesus, Igreja, temos uma preocupação exacerbada pelos espaços pessoais de autonomia e relaxamento? Ou seja, somos independentes, queremos fazer tudo sozinho, pois só sabemos trabalhar em EUquipe, ou vivemos no relaxamento, indiferença, no tanto faz? O Congregado consagrado a Maria, Jesus, Igreja, precisa do próximo, do outro, precisa se comprometer no mundo, bairro, paróquia, congregação mariana, família, trabalho, estudos e possuir paixão pela evangelização. Assim, dizemos não ao individualismo, não a crise de identidade e não ao declínio do fervor, três males que se alimentam entre si.

Continua o Santo Padre, na mesma exortação, n° 100, alertando que o Congregado Mariano, consagrado a Maria, Jesus, Igreja não deve promover divisões, mas estar sempre aberto ao perdão e reconciliação, pois nas Congregações onde militamos deve sempre ter ambiente fraterno e reconciliador, para sermos luz e sinal. O Congregado Mariano, consagrado a Maria, Jesus, Igreja não pode dar espaço ao ódio, divisão, calúnia, difamação, vingança, ciúme, a desejos de impor as próprias ideias a todo o custo, e até a perseguições que parecem uma implacável caça às bruxas. Quem queremos evangelizar com estes comportamentos?

A população do Brasil aumenta e em sentido contrário, experimentamos escassez de vocações nas congregações marianas. Onde está o ardor apostólico contagioso das Congregações Marianas nas Paróquias? Não raro, falta entusiasmo, fascínio. A Congregação Mariana é missionária a convite de Cristo. O consagrado a Maria, Jesus, Igreja, precisa valorizar a vida, valorizar o fervor a paixão de levar Cristo aos outros, pois só assim poderemos encantar e atrair novos membros às Congregações. Mesmo nas Congregações onde há membros não muito disponíveis, nem alegres, é a vida fraterna entre seus membros, que desperta o desejo de novas consagrações. Precisamos ter coragem de propor aos jovens o caminho da consagração. Mas, cuidado na seleção, não devemos encher às Congregações com qualquer tipo de motivação, como insegurança afetiva, busca de formas de poder, glória humana ou bem-estar econômico. (conf. n° 107 – Alegria do Evangelho).

Então, congregados e congregadas, mãos à obra. Com Alegria vivamos nossa consagração a Maria, Jesus e Igreja.

Salve Maria!

Eduardo Caridade

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