Regras de Vida › 14/12/2013

Regra de Vida n° 16 – Parte 1

9563888_origO Congregado Mariano deve amar a Virgem Maria e n’Ela confiar como Mãe, agradecido a Cristo que, na cruz, lhe deu a própria Mãe por sua Mãe, criando entre a Virgem Maria e ele aquela “relação única e irrepetível entre duas pessoas: de Mãe para seu Filho, de Filho para sua Mãe” (Redemptoris Mater,45).

Em continuidade as reflexões sobre a Regra de Vida, queremos hoje penetrar um pouco mais na Vida Espiritual das Congregações Marianas, sobre algumas notas características da nossa espiritualidade.

Na primeira parte da RV n° 16, destacamos o amor e a confiança que o congregado deve ter com a Virgem Maria, e ao mesmo tempo ser agradecidoa Jesus, por ter dado Maria como Mãe.

Para vivermos intensamente o amor a Virgem requer-se fidelidade, já nos fala o profeta Oséias. O congregado, aqui, deve lembrar também, das palavras de nosso hino oficial “…e te juramos, ó Mãe querida, fidelidade por toda a vida…” Então, estamos sendo fiéis?

Também, nos Exercícios Espirituais, nos deparamos com a “Contemplação para alcançar o amor”, momento de “fazer memória dos benefícios recebidos da Criação, Redenção e dons particulares“, ponderados “com muito afeto“, para cair em conta de “quanto o mesmo Senhor quer dar-se a mim” (EE,234). Este foi o exemplo que a Virgem nos deixou; a energia espiritual deve se concentrar na relação do amor a Cristo. Assim, a memória repleta de recordações espirituais, e a inteligência, iluminada pelo mistério, aquecem o coração e a vontade se expande em afetos de amor e de intimidade. Trata-se de um processo que dura a vida inteira, até chegar a exclamar com Paulo: “nada poderá separar-nos do amor de Cristo” (Rm 8,39).

Como falamos acima, a confiança na Mãe, requer de cada congregado mariano firmeza na fé, aqui entendida como confiança amorosa. “Sim, nós cremos nas verdades contidas no Símbolo Apostólico, não porque confiemos nos homens, que tantas vezes nos decepcionaram, ao longo da história da Igreja. Nós cremos no conteúdo da fé cristã, porque confiamos em Deus, no Deus que se nos revelou em Jesus Cristo”. (Papa emérito Bento XVI, sobre o Ano da Fé).

Por fim agradecemos a Jesus, por nos ter dado tão boa Mãe; mas nosso amor a Virgem Maria, nos faz contemplar a sua figura na Natividade, com o menino nos braços, o príncipe da paz. Assim, Somos agradecidos a ela porque aceitou de Deus a missão de dar à luz a este filho. Agradecemosporque acolheu a vida, embora o nascimento de Jesus foi envolto em dificuldades para Maria e José. E concluímos que a paz somente pode brotar doamor. Um amor que exige de nós a renúncia ao egoísmo. Vamos, pois congregados, agradecidos, com confiança e amor, seu Reino construir!

Eduardo Caridade


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